20 novembro 2012

Jovens velhos ou Velhos Jovens. Existe idade certa pra começar a viajar?

Acabei de sair do sacolão. Pra quem não sabe, aqui em São Paulo sacolão é um lugar onde vende frutas e verduras. Nome feio eu sei, mas é! Lá  encontrei um senhor encantado com o mundo das viagens proseando com a moça do pastel e super entusiasmado contando com muita  alegria que sua esposa estava se sentindo no céu pedindo a todo momento pra ele abrir as fotos no computador da sua mais recente viagem que fizeram juntos pra Istambul, a maior cidade da Turquia e uma das que já está na minha listinha de viagens a algum tempo. Andar de balão na Capadócia é ainda um sonho ,mas já pedi pro marido, vamos ver! :)

Em seguida como a maioria dos homens que tomam conta das finanças comenta com uma sensação de leveza, -Este mês será a última parcela do cartão de crédito! Toma fôlego e emenda a frase, -Mas ainda bem! Já estamos programando a nossa próxima viagem. Sabe...gostaria de ter sentido isso antes... as viagens realmente são a única coisa boa que fazemos e levamos desta vida, além dos filhos, é claro. Minha mulher e eu estivemos um tanto ocupados demais quando mais jovens, preocupados com a educação do nosso filho, que hoje é médico...e com a empresa que tomamos conta desde então, e sem querer acabamos esquecendo um pouco da nossa vida, e agora retomamos com gás total.

Olhei pra ele franzindo a sobrancelha com um leve sorriso no rosto e concordei plenamente, meio que sentindo com o coração o que ele estava me dizendo. Justo pra mim e por qual razão encontrei aquele homem

Ele continuando disse: - Fiz as contas esses dias de quantas viagens eu já fiz na vida e cheguei a conclusão de que durante a minha vida toda fiz apenas 1 viagem a cada 4 anos...Pouco pra tanto lugar lindo que quero conhecer ainda!

Eu automaticamente compreendi tudo o que ele estava me dizendo e pensei ainda bem que percebi isso a alguns anos atrás...mas no mesmo  instante ele voltou os olhos para a sua realidade, eu, e continuou  - Meu filho deve ter a mesma idade que você, trabalha muito e quase não tem tempo de me visitar...estou comprando umas frutas para levar pra minha netinha de 2 anos... Mas você é jovem, voltando o foco pro mundo das viagens, -Tem uma vida inteira pela frente pra entender isso!

E eu que só queria escutar calada e impressionada ,agora abismada disse: -Eu entendo o que o Sr está sentindo hoje, mas eu e o meu marido que está alí, a essa altura curioso por saber quem era aquele homem que estava conversando tanto, -adoramos viajar também, levamos nossos filhos em boa parte das viagens que fazemos, e concordo com o Sr, as viagens são realmente o que podemos levar dessa vida, mas  se os filhos fizerem parte delas de  vez em quando, melhor ainda, e comecei a contar minhas aventuras por aí, compartilhando também minhas emoções.

O senhor de uns 70 anos abriu os olhos esbugalhados, espantados pela minha jovialidade e minha coragem em falar o que estava dentro de mim até então. Trocamos algumas pequenas experiências de viagens de lugares por onde andamos, outros que ele andou e eu não e vice-versa e por outros que tanto um quanto o outro tínhamos o desejo de conhecer um dia. As viagens nos aproximara de novo naquele instante!

E logo mais naquela tarde nublada nos despedimos num sopro de pensamentos e de trocas de experiências muito válidas, e talvez apenas pra mim.

Humildemente sei que não conheci nem um terço do que aquele homem já viveu nesta vida, mas infelizmente me senti um pouco discriminada por ser jovem e pensei , quantos anciões pensam igual a ele hoje em dia e quantos se esqueceram das suas vidas quando jovens pensando demais no trabalho, ou na educação dos filhos que muitas vezes vão embora morar em outro País  e nem um alô de vez em quando lembram de dar aos pais idosos. E olha, imagino como  isso deve doer nos pais, porque recentemente presenciei isso com um casal de idosos que não tem ninguém pra recorrer a essa altura da vida e moram sozinhos aqui em São Paulo.

Uma vida sem lembranças é muito triste, mas nunca é tarde pra começar a fazer uma vida realmente  memorável!


E eu não quero ter a vida inteira pela frente , eu quero ter ela do meu lado hoje!

Quero viver cada segundo, não importa a idade ao máximo! SEMPRE! Várias e várias vezes!

Quero me olhar no espelho e continuar apaixonada por mim e pela vida ,sempre!



Proporcionar aos filhos e a nós mesmos uma vida rica de memórias , é algo maravilhoso!
Em baixo da Torre Eiffel Paris 2012.



Quero continuar de mãos dadas com meu amor e ser exemplo de uma vida plena e feliz sempre!




QUERO TER NETOS E PODER ENSINAR O SEGREDO DA VIDA E DO AMOR SEMPRE! 




EU QUERO HOJE CONTINUAR SENDO UMA JOVEM MALUCA, MAS SERENA, PRA AMANHàEU PODER SER UMA VELHA MALUCA E FELIZ. Ana Paula Ribeiro

´´As viagens da nossa vida começam a ter um grau altamente importante de vivências e memórias realmente significativas HOJE e não amanhã!´´ O amanhã talvez nunca chegue! Ana Paula Ribeiro



LEIA TAMBÉM: Conheça a cidade da Itália onde foi feito as cenas do filme Lua Nova.



19 novembro 2012

Viajando com crianças, com chuva, neve ou um baita calor. Orlando, NewYork ou Bariloche.

Quando programo uma viagem ,penso também no que posso encontrar no destino escolhido em questões de meteorologia e quais as possibilidades de acontecimentos em casos de mudanças climáticas e situações físicas inesperadas como uma dor de garganta por exemplo.

É preciso um pouco de preparação para poder vivenciar as viagens ao máximo e aqui você poderá obter dicas simples, mas que podem te ajudar lá na frente.

Se possível, procure escolher a época que mais lhe agrade na cidade e o que ela terá de melhor pra te oferecer naquela estação, e se você gostar  muito de um lugar como Orlando por exemplo , procure ir em todas as estações. Eu já peguei Sol de 40 graus e enfrentei filas gigantescas no auge do verão e frio de 3 graus no inverno mas como psicologicamente já fui preparada levei tudo numa boa.

Abaixo expêriencias vividas em família que fazem toda a diferença e que as vezes a gente acaba nem se atentando antes da viagem.

Leve uma Capa de chuva com você. Estar preparado para as chuvas de verão é legal, agora se você esqueceu, não tem problema, vai e se divirta na chuva mesmo! 

Pai e filha se divertindo em brinquedo que molha.


...eu, na fumacinha gelada e molhada com direito a som  do gás igual quando abrimos uma coca-cola.

...tinha horas que o que eu mais desejava era um lugarzinho com ar condicionado ou uma sombrinha!

Ventilador  vendido nos parques para o João se refrescar durante as filas,mas você encontra também no Wal Mart.


Mamãe esperta usava boné pra se proteger do Sol.

Paulo, depois de ter tomado um banho da Shamu no Sea Word.

No verão, é recomendado levar uma troca básica de roupa como camiseta,shorts e uma toalha na mochila para casos parecidos com os aí de cima. 

Na Terra de Magia tudo pode acontecer :)

Em Orlando,no friozinho de Janeiro,

Manhã ensolarada de Inverno na Disney


...e  o frio estava deliciosamente congelante...o marido sempre encantado com os dias quentes do verão nos parques, se enganava com o Solzinho gelado das manhãs ensolaradas da Flórida no Inverno e insistia em sair do hotel sem agasalho usando apenas uma blusa fininha, mas quando o Sol ia indo embora, o bicho pegava, os dentinhos dele começavam a bater de tanto frio e o único socorro superficial era comprar uma blusinha dentro do próprio parque que não esquentava em nada. 

E eu brincava com ele: ´´Desafio de hoje. Controlar o frio com a mente´´ :)

Marido, João e eu agasalhados no parque.


Noite gelada de inverno no Epcot. 

João com um pirulito na mão a espera dos fogos !

Eu espertinha levava até cobertor na mochila.
A dica que eu dou e considero um item indispensável e que não pode faltar nos parques na época de inverno é um gorro para as orelhas,nariz e cabelos. Um bom casaco e um protetor para o rosto e os lábios.

Inverno em Nova York e  neve com as crianças. Quem disse que é perigoso?

Sim bebês na neve combinam e muito! 
Olhar o João se esbaldando de tanta alegria, não tem preço!



A vida passa tão rápido para ficarmos pensando qual a idade certa para viajar com crianças... 

Agora se você se preocupa com a saúde do(s) seu (s) pequeno(s) ,ótimo, bem vinda ao time, resolvemos a questão juntas. Dê umas vitaminas para aumentar a imunidade deles uns 2 meses antes da viagem, porque aí você vai estar se prevenindo. Bronco-Vaxon é um remédio que aumenta a imunidade e dei pro João na época com crises constantes de amidaglites  e foi muito bom, converse com seu médico a respeito. Leve  também uns antibióticos na bagagem  em casos de dores de garganta, agasalhe-os bem antes de sair do hotel, faça um bom seguro saúde se o seu cartão de crédito não te oferecer de graça e esqueça se eles vão ficar doentes , porque a única coisa chata que pode acontecer a você e a sua família, é quem vai querer olhar as bolsas pra vocês se divertirem juntos :)

Mas Ó, a vida é e sempre foi feita de riscos. Eu sempre adorei me arriscar , mas lembre-se , você é responsável por suas escolhas ok? .)

14 novembro 2012

Fotos de London Inglaterra e o dia de pegar o trem para Bruxelas

São 6.00 da manhã. Abro a cortina blackout do quarto do hotel e deixo a luz do Sol entrar. Os raios invadem a nossa cama desarrumada. Hoje é o dia de deixarmos London pela primeira vez. Me arrumo e vou acordar as crianças que estão acomodadas no quarto ao lado. Descemos para apreciar uns dos maiores prazeres de viajar em familia, tomar um delicioso café da manhã juntos. Sem as cobranças e a correria do dia a dia. Enquanto vamos abastecer a mesa ,o  marido se dirige até o balcão e  solicita um taxi à recepcionista que prontamente atende-o, fazendo uma breve ligação.
Tudo resolvido Sr Paulo!















A previsão até a estação é de aproximadamente 40 minutos.






Aflita, olhava a todo instante para o relógio pendurado na marcenaria da recepção que eu adorava, pois imitava uma réplica de um relógio de estação de trem...e uma sensação de eternidade invadia meu ser. Logo o motorista do táxi apareceu. Um homem meio árabe, meio indiano entra no sagão do Hotel  falando um inglês com um sotaque difícil de entender  e abro um sorriso pro marido pensando tudo bem, ele não vai entender o nosso inglês também e me lembro da cidade que nunca dorme, New York... Mas...como pode? Estamos em London!

Entortei o nariz, mas não podia fazer nada. Escolher um taxista naquele momento pra uma família de cinco pessoas, seria um luxo desnecessário e cá entre nós, estava com o horário bem apertado pra partida do trem que sairia dalí a 01:30 hs. Preferi confiar, afinal foi o Hotel que nos indicou aquele homem,certo?

Atrapalhado,era isso que ele era. Estávamos com cinco malas e tadinho ,ele sofreu tanto colocando-as dentro do carro inúmeras vezes tentando achar uma posição pra acomodar todas elas ,conforme as leis de trânsito da Inglaterra que eu resolvi ir eu mesma arrumá-las. -Quer saber, dane-se as leis!

Alí, comecei a ficar com medo de não chegar a tempo.







Entramos todos no carro,e acreditem ,ele digitou o endereço da estação de trem no GPS. Estava afobado, como se fosse seu primeiro dia no emprego (eu tenho certeza!), mas logo deu a partida no carro e fomos embora. Vocês conseguem imaginar o suadouro que eu já estava sentindo nessa hora?
Pai Nosso e Ave Maria. Era tudo o que eu conseguia pensar quando entramos nas ruas congestionadas de uma cidade grande feita London. E de repente saimos do percurso e daquele infeliz tráfego matutino que podia ter ficado pra nossa história de viajantes  peace and love




Talvez percebendo o meu desespero o motorista começou a conversar falando algo pela segunda vez dizendo que aquelas eram vias principais  e por isso  tinham muito trânsito,especialmente naquele horário,e que no próximo quarteirão entraria numa rua para cortar caminho, meio querendo dizer: -Relaxe Dona! Eu sei o que estou fazendo!







 

De repente ,como num passe de mágica London se abriu mais uma vez aos meus olhos, meio que se despedindo de mim através da sua beleza e da sua imponência arquitetônica de suas casas estilo Sherlock Holmes. E o motorista atrapalhado começou a preencher meu coração, servindo de  guia  mostrando alguns pontos turísticos que só ele podia nos mostrar naquele instante da viagem.









Fui acompanhando com os olhos vidrados na janela, igual a Carolzinha aí em cima,olhando o transito e o GPS aflita com o horario, mas de repente o motorista havia me levado pra dentro dos meus sonhos...O Hotel St Pancras

Nossa. Isso aqui é a estação de trem? Que lugar incrível! Pensei quando avistamos aquela construção. Mas logo veio a cruel realidade. Em vez dele parar na estação ou na rua, o taxista entrou num hotel maravilhoso ao lado da estação, ele mesmo, o próprio e famosíssimo St Pancras Hotel com sua majestosa arquitetura neoclássica que fizeram meus olhinhos brilharem de  tamanha emoção.
-Cara, eu estava lá! Dá pra imaginar ?
Hotel St Pancras London 

Mas como alegria de pobres mortais dura pouco, nem preciso dizer que o segurança alto, negro e muito bem vestido do Hotel quase nos expulsou dalí,depois que foi abrir a porta do táxi e percebeu o Mr´s MA (motorista atrapalhado) totalmente perdido perguntar alguma coisa! 
E no mesmo instante o  Mr´s MA dá uma marcha ré, gesticulando com a mão e reclamando - Ok,ok,calm, I´m going now!, na própria entrada do Hotel  e saiu na contra-mão. A essa altura eu já estava com as mãos nos olhos e aliviada por estar tão perto da estação,voltando a minha realidade momentânea, mas mesmo assim pensando:

- Ô Deus, como eu gostaria de ficar aqui só mais um pouquinho,mas eu me conformo se o Sr me conceder a graça de poder voltar aqui e me hospedar nesse lugar futuramente!

Ao desembarcar, seguimos pela calçada e alí mesmo começava a me despedir daquela cidade que amei estar. Num chat de viagens muito legal que acompanhei depois sobre London, uma amiga muito querida disse: Prepare-se, London vai te surpreender e olha, ela estava certíssima!

London não só me surpreendeu como também saí de lá mais apaixonada do que nunca! Querendo voltar muito,dessa vez só eu e o marido!

Dica: O hotel que ficamos hospedados foi o Holiday Inn Wandsworth Express. Ele fica ao lado da estação de trem e o lugar é super bonitinho. Fomos em Julho, mês de alta temporada e acontecia na cidade as Olimpíadas 2012- de London. Tivemos um excelente custo benefício e era um dos poucos hotéis que nos dava a possibilidade de um quarto conjugado para família em Londres.

13 novembro 2012

Chegada em Capri - (Parte 2)

Chegamos em Capri preocupados com o horário. Já era tarde , em torno das 22:00 da noite e nas letrinhas miúdas da reserva do hotel estava escrito "check in até as 23:00", e  começava a esboçar muita ansiedade dentro de mim.

O Paulo, bem mais rápido e prático que eu foi na frente. Como ele consegue ser assim? Me faço sempre essa pergunta, num pensamento apaixonada admirando sua agilidade sempre.

Saí do Ferry com uma mão grudada no João e uma mala pequena na outra; dividíamos lugar com os carros e a luz dos faróis em cima da gente me deixava agoniada enquanto caminhávamos. O espaço para os pedestres andarem era completamente apertado no Porto de Capri,e tínhamos apenas a opção de escolher ser exprimidos contra a parede de tijolos  ou se arriscar a andar no pequeno vão de terra de não mais do que 50 centímetros que sobrava do lado direito do oceano. Nesse instante,desejava apenas chegar logo ao encontro do marido que avistava-o de longe esperando com a porta aberta o taxi bonitinho da Riviera de Capri, branco, conversível e com a capota de lona azul.

Próximo ao taxi o motorista vestido com uma fina camisa de linho branco bordada, aberta até os 2 primeiros botões, usava uma bermuda de praia super confortável e se despedia dos amigos taxistas que iam a caça dos clientes que ultrapassavam os meus passos.
Pensei: Uauuu, deve ser legal trabalhar assim todos os dias!

Mas aí começou a minha mais recente decepção com os taxistas da Europa.

Percebia que a partir dalí começava a colecionar histórias com taxistas corruptos.

O bendito já havia fechado o valor com o Paulo e quando notou que tinha mais eu e o João (porque o marido sim, disse 5 pessoas, e foi ele que não se atentou pois estava conversando), começou a fazer teatro, querendo ganhar mais um dinheirinho, fiquei enfurecida, olhei pros lados na tentativa de encontrar mais alguém e infelizmente os taxis disponíveis acabaram de sair com os últimos passageiros. O jeito foi pagar mais $10,00 dólares e ir se contorcendo de raiva dentro do taxi ao mesmo tempo que ia admirando a paisagem. Italiano será que entendi o que brasileiro fala? Acho que sim.

Subir até Ana Capri agora. Era esse o nosso objetivo.

Durante a subida comecei a entender porque Capri não podia circular carros como o que deixei no Porto de Nápoles.

Capri não tem ruas, tem calçadas largas asfaltadas exprimidas, onde só passam um carro por vez e conforme o taxista subia o coração disparava de medo entre a escuridão da noite e o abismo do oceano. De repente um ônibus descia,-Impossível! Como ele conseguiria manobrar alí? E em frações de segundos o taxista fechava o retrovisor e justinho seguia em frente. Será que os motoristas apertam algum botão para os carros diminuirem de tamanho?

Os taxis conversíveis e micro ônibus eram o meio de transporte que mais vi durante meus 2 dias que vivi em Capri. E não, eu não queria dirigir alí, apesar de ser mais corajosa que o marido que morre de medo de altura! Neste instante me lembrei do funcionário do Porto de Nápoles que foi super simpático , dizendo, olha moça, acho que carros grandes igual ao seu é meio complicadinho de andar por lá!

Só rindo mesmo quando me lembro da situação,pois eu queria ir com o meu carro de verdade!

Chegamos ao centro de Ana Capri. O filha da mãe , pra fazer pirraça ao invés de deixar-nos dentro do hotel subiu mais um pouquinho da entrada, dizendo que o Hotel não podia entrar carros, mentiroso,e 300 metros acima ,nos deixava no Centro de Ana Capri com as malas, nos mandando ir em direção contrária do endereço. E demoramos uns 10 minutos tentando encontrar o hotel naquela deliciosa escuridão...


Mas nada como ser recompensada com uma vista maravilhosa destas! Deixa o taxista pra lá!

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